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Na época pré-colombiana o artesanato era especialmente destacado. Os jarros mostram um bonito trabalho, quanto a pintura e escultura podemos referir, aos trabalhos em prata e ouro que estavam muito desenvolvidos. A influência destes artistas desconhecidos podem ser vistas na Escola Quitenha.
Com a chegada dos espanhóis e com eles o culto católico, a arte indígena transforma-se em arte religiosa. Um dos artistas mais reconhecido foi Manuel Chili e seu nome quechua era "Caspicara". Outros artitas destacáveis são Miguel de Santiago, cujos trabalhos podem ser vistos em alguns centros religiosos, Nicolás Goribar, Bernado Rodriguez e Manuel Samaniego. Hoje são muito populares os ponchos equatorianos, símbolo de seu artesanato em tecidos.
Na arquitetura colonial conjugam a Escola Quitenha, a influência espanhola, incluindo a árabe. Com a independência a arte torna-se formal, sendo o século XX, um período de impulso para arte indígena. Eduardo Kingman, Endara Crow, Camilo Egas e Oswaldo Guayasamin, são alguns dos representantes desta arte. Poderá ver seus trabalhos nos distintos museus e galerias do país.
Dos diferentes artistas e intelectuais do Equador tem destaque Eugenio Espejo, nascido em Quito em 1747 de pai indígena e mãe mulata, que obteve seu doutorado aos 20 anos. Espejo foi sem dúvidas, uma potente voz literária a favor da independência. Escreveu sátiras políticas e fundou um jornal liberal, onde pronunciou contra o colonialismo, por isto foi encarcerado várias vezes, até o dia de sua morte na prisão em 1795.
Entre os ensaistas destaca-se Juan Montalvo no século XIX e sua obra Sete Tratados. No século XX sobressai Jorge Icaza, de influência indígena e especialista em ralatos curtos.
A música equatoriana tradicional é muito apreciada no mundo todo. Os instrumentos de influência espanhola somam-se aos do vento e percussão indígena e o conjunto é uma riqueza única. Entre os instrumentos musicais mais característicos do país destacamos a quena, a charanga e o rondador.
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